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Por onde entra o mal em nós?

Por onde entra o mal em nós?

Posted by Pedro Henrique on jul 2016

Todos acham que estão no bem, atribuem a causa do mal em suas vidas às circunstâncias e pessoas. Porém, será isso uma verdade? Vejamos o que a filosofia pura nos tem a dizer: Nossa mente descontrolada é o Ego descontrolado e, como não somos o nosso Ego, passamos a improvisar a nossa vida sobre os valores egóicos que são, por sua natureza, egoístas. A técnica do Ego é simples: baseamos tudo o que vivemos em crenças pré-estabelecidas, que não possuem qualquer profundidade, não atingem nosso verdadeiro SER e por consequência mantêm-nos longe da “verdade” e da “iluminação”, mantendo a nossa vida e tudo o que fazemos no campo da superficialidade. Por isso, percebemos que as pessoas e as instituições de toda sorte que não são verdadeiras e não funcionam não merecem crédito, pois não são dignas de confiança. O Ego, uma vez tendo dominado nosso verdadeiro SER para nos manter na ilusão, cria uma ferramenta de proteção que ajuda a selar a farsa, esta ferramenta chama-se “falsa ética”, ou seja, acaba-se elegendo uma bandeira sob qualquer título, porém que aparentemente simula alguma virtude. Desta forma, apossamo-nos desta falsa virtude que nada mais é do que a falsa ética que será exposta e impressa na nossa bandeira, e a partir daí acreditamos que estamos vivendo no “bem”. Essa falsa ética pode ter muitas faces, por exemplo, alguma ação que fazemos frequentemente de ajuda a alguém e que normalmente consiste em doar algo, como roupas usadas, alimentos, ou mesmo dinheiro. Pode ainda apresentar-se através de algum trabalho voluntário, algum comportamento ao qual podemos atribuir um nome digno que passamos a acreditar...

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Libertando-se dos vícios

Libertando-se dos vícios

Posted by Pedro Henrique on jul 2016

Os vícios vêm perseguindo o homem desde seu primeiro contato com a razão, ou seja, quando adquirimos o livre arbítrio, pois, até então, por estarmos numa condição inferior, agíamos por instintos, assim como agem os animais. Desde essa data o homem foi apresentado para o vício. Os vícios podem ser definidos como hábitos perniciosos, ou seja, tudo aquilo que repetimos sem controle e sem consciência, que não segue uma linha de conduta ética/moral. Não se trata simplesmente de um hábito, pois o hábito é um costume não necessariamente prejudicial. Por exemplo, podemos ter o hábito de diariamente ouvir música clássica, ou organizar nosso quarto ao levantar, entre outras atividades que importam em condutas positivas e não negativas. Quando falamos em vícios, de pronto vêm às nossas mentes atitudes perniciosas como o alcoolismo, a toxicomania, o jogo de azar, ou ainda outros voltados ao campo sexual. Entretanto, devemos ampliar nosso campo de entendimento com relação ao vício e entendermos que a questão é bem mais ampla do que pode parecer. Tendo como definição que vícios são hábitos em primeiro lugar nocivos a nós mesmos e àqueles que nos cercam, e entendendo por hábito uma ação que repetimos por automatismo e sobre a qual não temos controle de mando, conclui-se que o vício é uma ação patológica, sobre a qual já não temos mais domínio. Para entendermos melhor o que é um vício, precisamos entender que uma ação patológica é aquela sobre a qual não temos mais controle e que ação não é somente aquela concreta realizada com as mãos, a ação física, executada pelo nosso corpo físico, mas que a...

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O que é Justiça?

O que é Justiça?

Posted by Pedro Henrique on maio 2016

Segundo o filósofo Platão, justiça é dar a cada um aquilo que lhe é próprio.  Podemos afirmar que seja de fato uma definição bem simples sobre o que seja justiça, já que este é um assunto polêmico e que tem dividido muitas opiniões até os dias de hoje. Entretanto, não podemos negar que tal definição sobre justiça seja de fácil entendimento, o que vem endossar o axioma de que as coisas mais simples são as de mais difícil acesso Este artigo tem por finalidade destrincharmos um pouco mais a definição platônica, para que também através de palavras simples, possamos ajudar na compreensão de tão importante definição. Interessante é que a grande maioria das pessoas se ocupa de muitos relatos os quais denominam de injustos, porém nem sempre a visão da injustiça é unânime, principalmente se consultarmos as pessoas diretamente envolvidas no fato. Nesse caso, certamente obteremos ao menos uma opinião divergente sobre o mesmo fato. Isso ao menos significa que a visão de justiça e injustiça merece uma reflexão um pouco mais apurada. Segundo a visão comum de Deus ou da Divindade mais próxima de cada um de nós, certamente esta converge para a justiça, ou um estado de justiça, pois jamais associamos uma ideia Divina com a injustiça, pelo contrário. Se assim é, como, então, podemos explicar todas as injustiças com as quais nos deparamos no nosso cotidiano? Não estaria Deus presente nestes fatos ou nestas pessoas envolvidas? Como podemos entender a passividade Divina ante tantas injustiças que assolam o mundo? A fome, a miséria, a dor, as doenças, a má divisão das riquezas, as guerras e tantas...

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