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Responsabilidade

Responsabilidade

Posted by Pedro Henrique on abr 2016

Palavra que pesa e na maioria das vezes é mal entendida. Nossa concepção de alguém responsável implica a idéia deste alguém zelar por seus objetos, cumprir os horários de compromissos, ser um bom pai cuidando e provendo sua família ou, ainda, fazer as tarefas da escola, do trabalho ou de casa, as quais lhe competem. Bastaria isto para alguém então já ser considerado apto a merecer honrosamente o título de responsável. Porém, cabe-nos, ainda, uma análise um pouco mais profunda antes de entregarmos este diploma de responsabilidade, pois não são raros os casos onde este alguém, que veste este manto da responsabilidade, por ação das circunstâncias da vida, tornar-se causa de um fato o qual chamamos de erro que, por consequência, traz prejuízos a outrem e, nesta hora, pergunta-se:  quem foi o responsável? Ora, na prática nós já conhecemos que em noventa ou mais por cento dos casos, jamais este se apresenta e assume que foi ele a causa do problema. Na grande maioria das vezes, ouvimos as famosas desculpas, explicações infindáveis que, por derradeiro, apontam causas externas para então justificar sua inocência e o que, a princípio era causador, passa então a ser vítima. Estes são nossos limites, os limites que nós mesmos nos impomos porque muitas vezes ainda, mostrar-se responsável à família, aos amigos, no trabalho, ou em qualquer outro lugar onde somos foco de atenção traz consigo uma grande carga de vaidade, pois o motor que move a atitude que parece ser a responsabilidade, na verdade é a vaidade do ego em querer ser aceito e mostrar-se o que na verdade gostaria de ser, mas ainda...

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Por que adoecemos?

Por que adoecemos?

Posted by Pedro Henrique on mar 2016

Se esta pergunta for feita a algum cientista da área médica nos dias de hoje, certamente teremos uma resposta dentro do campo da patologia, atribuindo suas causas a viroses, ou a qualquer outro desequilíbrio funcional do nosso organismo e que, na maioria das vezes, é suficiente para justificar sua existência.  Porém, esta mesma pergunta,  dirigida a um filósofo, provavelmente terá respostas de certo surpreendentes para quem vive cercado de referências materialistas. Vejamos, então: As doenças acompanham a humanidade desde seu surgimento e vêm ao longo do tempo, como qualquer ser vivo,  adaptando-se às novas condições impostas pela natureza humana. As doenças não existem para o homem, muito menos o homem para as doenças, e sim cada um deles está no seu papel, como num teatro onde os personagens interagem cada um na sua função. Temos de, primeiramente, entender que não somos o centro do mundo, muito menos o centro do universo, somos simplesmente parte disso tudo. Não há como fazer uma peça de teatro apenas com o iluminador. O evento somente será possível se cada um fizer a sua parte, ou seja, se alguém da equipe não cumprir com seu dever, provocará um desequilíbrio no sistema e, consequentemente, uma contraforça surgirá, independentemente da vontade do agente, que visará ao retorno ao equilíbrio. O desequilíbrio surge quando agimos contra as leis da natureza, a contraforça que busca re-harmonizar o sistema é o que chamamos de doença. Os hindus conheciam bem as leis do Dharma e do Karma, ou seja, nomearam como Dharma, a Lei universal, a harmonia, a Lei divina que  tudo rege, ou seja, como de fato têm de...

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O poder das pequenas coisas

O poder das pequenas coisas

Posted by Pedro Henrique on fev 2016

Nosso Ego costumeiramente despreza o pequeno e valoriza o grande. Faz isso por uma questão de vaidade, pois o grande nos parece mais compensador, é onde todos focam a sua atenção, é onde as coisas acontecem. Entretanto, esquecemo-nos de que todo o grande é formado do pequeno, a figura do grande não passa de uma forma mental e as coisas acabam por ter o valor que damos a elas. Neste diapasão, achamos que temos de ampliar as nossas conquistas e a vaidade nos conduz a buscar o grande. Desta forma, optamos por ter automóveis maiores, mas normalmente andamos sozinhos neles, casas enormes com três, quatro banheiros ou mais, porém, nela moramos em duas pessoas, ou muitas vezes sozinhos, e assim por diante, de maneira que procuramos expandir sempre buscando as grandes coisas, mais focados em satisfazer a vaidade do nosso Ego do que efetivamente pelo valor que estas grandes coisas de fato possam ter. No Egito Hermes Trimegisto, o três vezes grande,  deixou-nos um ensinamento numa máxima que dizia: ASSIM É EMBAIXO COMO É EM CIMA, ou seja, tudo está em tudo, tudo contém tudo, tudo está inter-relacionado. O grande nos apaixona, costumamos surpreender-nos quando contemplamos os céus, o Sol, grandes edifícios, grandes cidades, grandes empresas, porém não percebemos que tudo o que está em essência nestas grandes coisas, também está nas pequenas. Em função desta cegueira espiritual, não sentimos o mesmo estado de êxtase quando nos deparamos com um pequeno graveto, uma formiga ou uma semente qualquer. No entanto, que menor milagre há numa semente que se tornará um grande pinheiro do que no próprio pinheiro?  Que menor...

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