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O que é Justiça?

O que é Justiça?

Posted by Pedro Henrique on maio 2016

Segundo o filósofo Platão, justiça é dar a cada um aquilo que lhe é próprio.  Podemos afirmar que seja de fato uma definição bem simples sobre o que seja justiça, já que este é um assunto polêmico e que tem dividido muitas opiniões até os dias de hoje. Entretanto, não podemos negar que tal definição sobre justiça seja de fácil entendimento, o que vem endossar o axioma de que as coisas mais simples são as de mais difícil acesso Este artigo tem por finalidade destrincharmos um pouco mais a definição platônica, para que também através de palavras simples, possamos ajudar na compreensão de tão importante definição. Interessante é que a grande maioria das pessoas se ocupa de muitos relatos os quais denominam de injustos, porém nem sempre a visão da injustiça é unânime, principalmente se consultarmos as pessoas diretamente envolvidas no fato. Nesse caso, certamente obteremos ao menos uma opinião divergente sobre o mesmo fato. Isso ao menos significa que a visão de justiça e injustiça merece uma reflexão um pouco mais apurada. Segundo a visão comum de Deus ou da Divindade mais próxima de cada um de nós, certamente esta converge para a justiça, ou um estado de justiça, pois jamais associamos uma ideia Divina com a injustiça, pelo contrário. Se assim é, como, então, podemos explicar todas as injustiças com as quais nos deparamos no nosso cotidiano? Não estaria Deus presente nestes fatos ou nestas pessoas envolvidas? Como podemos entender a passividade Divina ante tantas injustiças que assolam o mundo? A fome, a miséria, a dor, as doenças, a má divisão das riquezas, as guerras e tantas...

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Responsabilidade

Responsabilidade

Posted by Pedro Henrique on abr 2016

Palavra que pesa e na maioria das vezes é mal entendida. Nossa concepção de alguém responsável implica a idéia deste alguém zelar por seus objetos, cumprir os horários de compromissos, ser um bom pai cuidando e provendo sua família ou, ainda, fazer as tarefas da escola, do trabalho ou de casa, as quais lhe competem. Bastaria isto para alguém então já ser considerado apto a merecer honrosamente o título de responsável. Porém, cabe-nos, ainda, uma análise um pouco mais profunda antes de entregarmos este diploma de responsabilidade, pois não são raros os casos onde este alguém, que veste este manto da responsabilidade, por ação das circunstâncias da vida, tornar-se causa de um fato o qual chamamos de erro que, por consequência, traz prejuízos a outrem e, nesta hora, pergunta-se:  quem foi o responsável? Ora, na prática nós já conhecemos que em noventa ou mais por cento dos casos, jamais este se apresenta e assume que foi ele a causa do problema. Na grande maioria das vezes, ouvimos as famosas desculpas, explicações infindáveis que, por derradeiro, apontam causas externas para então justificar sua inocência e o que, a princípio era causador, passa então a ser vítima. Estes são nossos limites, os limites que nós mesmos nos impomos porque muitas vezes ainda, mostrar-se responsável à família, aos amigos, no trabalho, ou em qualquer outro lugar onde somos foco de atenção traz consigo uma grande carga de vaidade, pois o motor que move a atitude que parece ser a responsabilidade, na verdade é a vaidade do ego em querer ser aceito e mostrar-se o que na verdade gostaria de ser, mas ainda...

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Por que adoecemos?

Por que adoecemos?

Posted by Pedro Henrique on mar 2016

Se esta pergunta for feita a algum cientista da área médica nos dias de hoje, certamente teremos uma resposta dentro do campo da patologia, atribuindo suas causas a viroses, ou a qualquer outro desequilíbrio funcional do nosso organismo e que, na maioria das vezes, é suficiente para justificar sua existência.  Porém, esta mesma pergunta,  dirigida a um filósofo, provavelmente terá respostas de certo surpreendentes para quem vive cercado de referências materialistas. Vejamos, então: As doenças acompanham a humanidade desde seu surgimento e vêm ao longo do tempo, como qualquer ser vivo,  adaptando-se às novas condições impostas pela natureza humana. As doenças não existem para o homem, muito menos o homem para as doenças, e sim cada um deles está no seu papel, como num teatro onde os personagens interagem cada um na sua função. Temos de, primeiramente, entender que não somos o centro do mundo, muito menos o centro do universo, somos simplesmente parte disso tudo. Não há como fazer uma peça de teatro apenas com o iluminador. O evento somente será possível se cada um fizer a sua parte, ou seja, se alguém da equipe não cumprir com seu dever, provocará um desequilíbrio no sistema e, consequentemente, uma contraforça surgirá, independentemente da vontade do agente, que visará ao retorno ao equilíbrio. O desequilíbrio surge quando agimos contra as leis da natureza, a contraforça que busca re-harmonizar o sistema é o que chamamos de doença. Os hindus conheciam bem as leis do Dharma e do Karma, ou seja, nomearam como Dharma, a Lei universal, a harmonia, a Lei divina que  tudo rege, ou seja, como de fato têm de...

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