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Quem são nossos inimigos?

Quem são nossos inimigos?

Posted by Pedro Henrique on abr 2017

QUEM SÃO NOSSOS INIMIGOS?                     Como é de praxe, quase a totalidade das pessoas procura a causa dos seus conflitos fora de si mesma, como se houvesse um inimigo fora. Esta visão   acaba sendo confortável e por que não dizer conveniente, já que havendo um inimigo fora podemos travar uma batalha contra alguém conhecido e, principalmente, acabamos por firmar a nossa autoimagem, a qual concluímos que não somente está correta, mas como de fato os outros estão contra nós. Portanto, somos vítimas, e assim nada precisa ser mudado em nós mesmos. Todavia, deixamos de perceber que estas posturas diante da vida não passam de ilusões que habitam o nosso inconsciente e que nos mantêm cegos quanto ao nosso verdadeiro inimigo. Se é que ele existe! É de difícil entendimento e aceitação que inexiste um inimigo externo e que esta figura do inimigo, muito embora nos pareça por demais real, tanto é que atribuímos a ele nome e endereço, na verdade, não passa de um subterfúgio para que mais uma vez fujamos da verdadeira responsabilidade sobre a nossa própria vida que é o cumprimento da Lei da Evolução. Resumindo, a questão é nossa para conosco mesmo. Perceba, caro leitor, que a quem chamamos de inimigo é na verdade a revelação de quem de fato somos. Neste raciocínio não vem ao caso quem seja ou qual o comportamento deste, mas sim, o que nos importa é o quanto de nós ele nos revela. Ou seja, se guardamos mágoa e ressentimentos dele, é porque ainda estamos permeados de mágoa e ressentimentos dentro de nós, pois nosso inimigo somente é capaz de...

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Consolar – Significado perdido

Consolar – Significado perdido

Posted by Pedro Henrique on mar 2017

CONSOLAR – SIGNIFICADO PERDIDO   “ Senhor fazei com que eu procure mais, consolar que ser consolado …”   A frase acima, extraída da oração de São Francisco, é uma das mais profundas e significativas orações de cunho cristão que resume em poucas palavras toda a essência do ensinamento Franciscano. Francisco de Assis procurou resgatar a filosofia de uma vida simples e objetiva numa época em que a Igreja notoriamente se afastou de sua verdadeira missão de religar o homem a Deus, pois se perdeu em meio às suas crenças limitantes, dogmas e o peso do ego dos seus dirigentes. Até os dias de hoje esta oração é um referencial de conduta espiritualista, independentemente da religião de cada um daqueles que venham a ter contato com estas sábias combinações de palavras. No entanto, percebem-se duas grandes questões que merecem atenção. A primeira delas é a resistência que demonstramos em viver estes ensinamentos, pois certamente exigiriam uma mudança profunda na nossa forma de pensar e agir. Isto porque, resumidamente, viver tão sábias palavras significa uma alquimia profunda na alma, tendo em consideração a mediana forma de conduta da humanidade, que em sua maioria utiliza praticamente a plenitude do seu tempo dedicando-o a ações egoístas e na busca do prazer pessoal. Uma segunda questão encontra-se no entendimento do verdadeiro sentido oculto em cada frase da oração, em especial em algumas palavras, por exemplo o verbo “consolar”. No conceito comum, entende-se como significado de consolar o ato de aliviar ou amenizar a aflição de alguém ou de si mesmo, porém há de se estabelecer um raciocínio de como isso ocorre, pois há...

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Julgamento

Julgamento

Posted by Pedro Henrique on mar 2017

JULGAMENTO   Toda opinião ou juízo que desenvolvemos no presente está intimamente ligado a fatos antecedentes. Quase sempre, todos estamos vinculados a fatores de situações pretéritas, que incluem atitudes de defesa, negações ou mesmo inúmeras distorções de certos aspectos importantes da vida. Tendências ou pensamentos julgadores estão sedimentados em nossa memória profunda, são subprodutos de uma série de conhecimentos adquiridos na idade infantil. Censuras, observações, superstições, preconceitos, opiniões, informações e influências do meio, inclusive de instituições diversas, formaram em nós um tipo de reservatório moral (coleção de regras e preceitos rigorosamente seguidos) do qual nos servimos para concluir e catalogar as atitudes como boas ou más. Nossa concepção ético-moral está baseada na noção adquirida em nossas experiências domésticas, sociais, e religiosas, das quais nos servimos para emitir opiniões ou pontos de vista. Em razão disso, os frequentes julgamentos que fazemos em relação às outras pessoas informam-nos sobre tudo aquilo que temos por dentro. A “forma” e o “material” que usamos para julgar os outros residem dentro de nós. Melhor que medir ou apontar o comportamento de alguém, seria tomarmos a decisão de visualizar onde tudo isso está dentro de nós mesmos. Ou seja, nosso julgamento é nosso reflexo no espelho, o que condenamos nos outros é exatamente o que temos dentro de nós e não temos coragem de enfrentar. Só poderemos reabilitarmo-nos ou reformarmo-nos até onde conseguimos percebermo-nos, ou seja, aquilo que não está consciente em nós dificilmente conseguiremos reparar ou modificar. Ainda dentro do contexto, julgar uma ação é diferente de julgar a pessoa em si. Posso julgar a prostituição moralmente errada, mas não posso nem devo julgar...

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