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O desapego

O desapego

Posted by Pedro Henrique on abr 2018

O DESAPEGO  Quando estudamos a filosofia budista, verificamos que ela resume toda a problemática humana no apego, afirmando que a causa remota de todo o sofrimento, bem como dos necessários retornos encarnacionais, ocorrem pela necessidade que apresentamos de por uma vez mais trabalhar o desapego.   Nas atividades eclesiásticas dos monges budistas há uma prática específica onde, sob a entonação de mantras, estes dedicam dias na montagem de lindas mandalas de areia colorida – uma mais bela que a outra. Porém, assim que concluídas, imediatamente são desfeitas pelo próprio monge que as construiu. Este exercício objetiva trabalhar o desapego à obra.    Confunde-se aquele que acredita que a raiz do apego esteja relacionada a posses ou acúmulo de bens materiais. Fosse assim, o mal do apego estaria restrito somente às pessoas abastadas materialmente, o que não é verdade. O apego não advém especificamente da posse de coisas, bem como o contrário também não é verdadeiro. A capacidade de gerar riqueza econômica não se explica pelo volume de apego do seu detentor, mas por outros motivos,  por  exemplo, o trabalho qualificado, a capacidade de controlar e administrar o dinheiro com sapiência e equilíbrio e, sobretudo, pela manutenção de uma postura mental de riqueza .    Por outro lado, não obstante o homem ser pobre no sentido material da palavra – sem teto, sem emprego, sem dinheiro e sem bens materiais que possam ser considerados relevantes – este acaba demonstrando seu apego pelo pouco que tem ou que lhe restou, seja uma caneca ou um chinelo já sem condições de uso.    O apego, na verdade, tem sua raiz na capacidade de identificação da nossa alma com tudo que nos cerca, entendendo que utilizo aqui o substantivo abstrato alma como sendo sinônimo do nosso ego, da nossa mente desejosa e não do espírito que somos em essência. Contrário senso, o apego surge na medida da nossa desidentificação com nosso verdadeiro “EU”.    Engana-se no mesmo diapasão aquele que acredita que o...

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O tempo e como aproveitá-lo

O tempo e como aproveitá-lo

Posted by Pedro Henrique on mar 2018

O TEMPO E COMO APROVEITÁ-LO   Certamente o tempo é um dos temas que mais nos chamam a atenção, além de ser também de difícil entendimento.   O tempo é mais uma das ilusões de Maya (a deusa da ilusão), pois, como tudo que se apresenta, o tempo também é uma energia, energia esta que é o diferencial entre a terceira e a quarta dimensão, a dimensão do mundo espiritual, logo acima da nossa, onde vivem os que não estão mais entre nós. Mas isto ficará como tema para outro artigo; o importante é entendermos agora que o tempo é uma sucessão de fatos, ou seja, energia em movimento.   Para melhor compreensão, observemos que nosso calendário e o relógio estão diretamente vinculados ao movimento de rotação da Terra, que define as horas e os dias, e ao movimento de translação, que define os anos. Em face do seu tamanho e distância do Sol, cada planeta proporciona medidas de tempo diferentes das nossas, e, num parâmetro menor de comparação, podemos ainda observar que nossos movimentos definem nossa relação com o tempo, ou seja, apesar de o tempo se apresentar para nós como uma linha contínua, traz consigo uma relação particular com cada pessoa e momento. A isso chamamos sensação do tempo.   A sensação do tempo é individual, e reflete a relação dos movimentos de cada pessoa com o eixo temporal. Isso explica a sensação que temos de que o tempo parece estar passando mais rápido quando estamos fazendo muitas coisas, e a de que um minuto corresponde a uma eternidade quando estamos fazendo algo que consideramos desagradável.  ...

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A escravidão da mente

A escravidão da mente

Posted by Pedro Henrique on jan 2018

A ESCRAVIDÃO DA MENTE   Ao longo dos tempos, as religiões têm-nos imposto o império do proibido. Fazem isto através dos seus dogmas e de seus imperativos religiosos que nos impõem este ou aquele comportamento. No entanto, pouco ou quase nada observamos de evolução na humanidade em centenas de anos.   Somos 2.920.000.000 cristãos, 1.600.000.000 muçulmanos, 750.000.000  hinduístas,  500.000.000  budistas, 100.000.000  xintoístas, já totalizando quase 6 bilhões de pessoas, sem contar as demais religiões de menor expressão e aqueles que se dizem “espiritualistas”.   Em verdade, os processos religiosos, sejam eles ocidentais ou orientais, não estão atingindo seu objetivo, vez que notamos que a humanidade globalizada não tem sido capaz de solucionar seus problemas mais elementares como o saneamento básico, a mortalidade infantil, a pobreza, o desperdício, a poluição, as guerras, os êxodos, a má distribuição de renda, as epidemias, as drogas, a violência e toda a sorte de consequências advindas de uma queda moral globalizada.   Há uma explicação como também há um motivo para isso. A iniciar do motivo, posso dizer que em verdade não há no mundo instituições ou movimentos relevantes que, de fato, trabalhem a vontade de mudar o atual cenário, já que este atende aos interesses mundanos não somente do capitalismo,  como também das falsas religiões que sobrevivem da ignorância humana. Creio que esta seja a parte mais fácil de entender.   A atual classe política não se interessa de fato em contribuir com a formação de um povo consciente porque isso seria agir contra seus próprios interesses personalísticos,  pois ter massa de manobra é a melhor forma de se manter no poder. Por...

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