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Traição

Traição

Posted by Pedro Henrique on ago 2016

TRAIÇÃO   Nas nossas relações sociais sejam de relacionamentos íntimos ou ainda de amizades e/ou profissionais, é bem comum ouvirmos queixas oriundas de alguém que se diz vítima de traição por parte de outro, em especial alguém em quem se depositou confiança e expectativa. Ou ainda, por que não, nós mesmos nos sentirmos traídos pelo comportamento de outrem o qual não concordamos e por fim rotulamos como uma “traição”. Neste artigo procuraremos explorar um pouco mais sobre a raiz do termo traição, que hoje é um conceito fechado no contexto de alguém romper com as regras de um trato, de uma promessa ou contrato. Vejamos abaixo outras maneiras e pontos de vista que poderão contribuir para ampliarmos e aprofundarmos o conceito do que seja traição.   Toda promessa encerra em si uma mentira – Observemos que quando firmamos um contrato, os compromissos ali assumidos valem como verdadeiros tendo em conta que as condições iniciais do contrato prevaleçam as mesmas, premissa esta que consta no nosso ordenamento jurídico, que prevê se mudadas as condições, as quais foram o contrato firmado entre as partes, suas cláusulas de direitos e obrigações ficam prejudicadas, recomendando-se que sejam repactuadas ante a nova realidade dos fatos. Dentro do contexto filosófico a ideia não é diferente, pois o que afirmamos hoje pode não ser viável amanhã, já que a realidade não é fixa e sim móvel: Tudo muda a todo tempo. O filósofo pré-socrático Heráclito pronunciou o famoso pensamento atemporal:   “ Um homem não pode se banhar duas vezes no mesmo rio, pois nem ele nem o rio serão os mesmos.”   Sendo o futuro...

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Por onde entra o mal em nós?

Por onde entra o mal em nós?

Posted by Pedro Henrique on jul 2016

Todos acham que estão no bem, atribuem a causa do mal em suas vidas às circunstâncias e pessoas. Porém, será isso uma verdade? Vejamos o que a filosofia pura nos tem a dizer: Nossa mente descontrolada é o Ego descontrolado e, como não somos o nosso Ego, passamos a improvisar a nossa vida sobre os valores egóicos que são, por sua natureza, egoístas. A técnica do Ego é simples: baseamos tudo o que vivemos em crenças pré-estabelecidas, que não possuem qualquer profundidade, não atingem nosso verdadeiro SER e por consequência mantêm-nos longe da “verdade” e da “iluminação”, mantendo a nossa vida e tudo o que fazemos no campo da superficialidade. Por isso, percebemos que as pessoas e as instituições de toda sorte que não são verdadeiras e não funcionam não merecem crédito, pois não são dignas de confiança. O Ego, uma vez tendo dominado nosso verdadeiro SER para nos manter na ilusão, cria uma ferramenta de proteção que ajuda a selar a farsa, esta ferramenta chama-se “falsa ética”, ou seja, acaba-se elegendo uma bandeira sob qualquer título, porém que aparentemente simula alguma virtude. Desta forma, apossamo-nos desta falsa virtude que nada mais é do que a falsa ética que será exposta e impressa na nossa bandeira, e a partir daí acreditamos que estamos vivendo no “bem”. Essa falsa ética pode ter muitas faces, por exemplo, alguma ação que fazemos frequentemente de ajuda a alguém e que normalmente consiste em doar algo, como roupas usadas, alimentos, ou mesmo dinheiro. Pode ainda apresentar-se através de algum trabalho voluntário, algum comportamento ao qual podemos atribuir um nome digno que passamos a acreditar...

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Libertando-se dos vícios

Libertando-se dos vícios

Posted by Pedro Henrique on jul 2016

Os vícios vêm perseguindo o homem desde seu primeiro contato com a razão, ou seja, quando adquirimos o livre arbítrio, pois, até então, por estarmos numa condição inferior, agíamos por instintos, assim como agem os animais. Desde essa data o homem foi apresentado para o vício. Os vícios podem ser definidos como hábitos perniciosos, ou seja, tudo aquilo que repetimos sem controle e sem consciência, que não segue uma linha de conduta ética/moral. Não se trata simplesmente de um hábito, pois o hábito é um costume não necessariamente prejudicial. Por exemplo, podemos ter o hábito de diariamente ouvir música clássica, ou organizar nosso quarto ao levantar, entre outras atividades que importam em condutas positivas e não negativas. Quando falamos em vícios, de pronto vêm às nossas mentes atitudes perniciosas como o alcoolismo, a toxicomania, o jogo de azar, ou ainda outros voltados ao campo sexual. Entretanto, devemos ampliar nosso campo de entendimento com relação ao vício e entendermos que a questão é bem mais ampla do que pode parecer. Tendo como definição que vícios são hábitos em primeiro lugar nocivos a nós mesmos e àqueles que nos cercam, e entendendo por hábito uma ação que repetimos por automatismo e sobre a qual não temos controle de mando, conclui-se que o vício é uma ação patológica, sobre a qual já não temos mais domínio. Para entendermos melhor o que é um vício, precisamos entender que uma ação patológica é aquela sobre a qual não temos mais controle e que ação não é somente aquela concreta realizada com as mãos, a ação física, executada pelo nosso corpo físico, mas que a...

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