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Faxina: a melhor das terapias

Faxina: a melhor das terapias

Posted by Luiz Faias Jr on jan. 2013

Toda atividade produz resíduo, seja ela física, mental ou emocional, e a maioria das pessoas sequer percebe as impurezas produzidas no dia a dia. Isto porque nos atemos a observar estritamente os aspectos físicos das coisas: se chupamos uma bala, o papel é o resíduo; se comemos uma fruta, a casca e a semente são os resíduos. Desse modo, resíduo é tudo aquilo que, embora por um tempo seja importante por de certa forma fazer parte do objeto da nossa pretensão, depois de atingido tal objetivo, passa a ser a sobra, o que já não se presta mais aos fins que buscamos. Da mesma forma, nossas atividades concretas e mais sutis também produzem resíduo. Nossos corpos, físico e vital, estão constantemente produzindo resíduos, que na mesma proporção que não são eliminados do nosso corpo vão aos poucos intoxicando-nos, dando lugar aos desvios de função da nossa vitalidade e do nosso físico. Nossas atividades mais sutis são exercidas pelo nosso corpo astral, que se ocupa das nossas emoções, e que também produzem resíduos que passam despercebidos para a maioria das pessoas. Veja o caso comum de alguém que enfrenta diversos impactos emocionais durante o dia e, mesmo passados os fatos causadores destes impactos, os efeitos negativos sentidos não cessam de imediato, mas perduram por um bom tempo, tempo necessário para uma limpeza da carga de energia negativa produzida. Estes são os resíduos emocionais que provocam a depressão, a angústia, o vazio existencial, o mau humor e outros males do nosso emocional. No campo mental não é diferente: nossos pensamentos negativos, antiéticos e egoístas também produzem uma carga negativa que pode...

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Compaixão

Compaixão

Posted by Luiz Faias Jr on dez. 2012

Segundo a filosofia budista a compaixão é o amor ativo, o que jamais pode ser confundido com dó ou piedade. Estes últimos não são exatamente sentimentos, trata-se de uma pseudo compaixão. Cotidianamente deparamo-nos com  vítimas de acidentes, de catástrofes naturais, de doenças e, de uma forma geral, com pessoas que se encontram em situações de debilidade, o que nos desperta um compadecimento passivo, o qual acreditamos ser compaixão. Entretanto, independentemente do nome que damos a este estado mental despertado em relação ao outro, perceba que ele não somente é indiferente com relação à(s) pessoa(s) debilitada(s), como também isto não o torna melhor, ou seja, nada muda. A verdadeira compaixão é resultado de uma alteração para melhor no nosso nível de consciência e,  necessariamente, promove uma mudança em todos aqueles que com ela conseguem travar canal de comunicação, ou seja, a compaixão é tanto causa quanto efeito, atuando em três níveis, senão vejamos: Nível do SER No nível do “ser”, a compaixão apoia toda a sua existência, pois ela é num primeiro momento resultado de uma autoconstrução, trata-se de uma união com a Natureza onde aflora o nosso verdadeiro “EU”, nosso verdadeiro “SER”. Este estado de consciência basta-se a si mesmo,  completa-se por estar conectado com o Universo. Portanto, deixa de depender das formas externas para estar bem, por isso, pode-se dizer que quem de fato alcança este estado de compaixão, por consequência também alcança um profundo estado de paz, harmonia e tranqüilidade,  que independe tanto do “ter” quanto do “fazer”. No nível do FAZER No nível do “fazer” a verdadeira compaixão difere muito do conceito comum de que ter...

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Negligência

Negligência

Posted by Luiz Faias Jr on dez. 2012

O que podemos entender por negligência? Se você pensa que negligência é aquela indolência que domina nosso corpo, creio que está certo; no entanto, esta é apenas uma de suas formas. O termo “negligência” tem sua origem na palavra latina “negligentia”, cujo significado é falta de cuidado, de aplicação, de exatidão, descuido, incúria, displicência, desatenção, preguiça, indiferença. A negligência tem por origem uma das qualidades inerentes à matéria, que é a inércia, a mesma inércia que estudamos em física no ensino médio e fundamental. Para entendermos como ela funciona, faz-se necessário compreendermos que ela não somente atua nos corpos físicos mais sólidos, como também nas formas sutis de matéria, tais como o som, o pensamento, as ondas de rádio etc. A inércia não é boa nem má: sua natureza, assim como os demais fenômenos manifestados, poderá ser boa ou má na conformidade do seu uso e aplicação. Portanto, podemos entender que a negligência é o estado inercial do nosso corpo, ou seja, sua tendência de se manter estático até que um impulso externo altere seu estado anterior, impulso este determinado pela energia da vontade – que, muito embora canalizada pelo homem, não lhe pertence, pois é do universo, do divino. A negligência manifesta-se de diversas formas, tem muitas caras e por vezes passa despercebida por nós que, por não raras vezes, julgamo-nos agir com prontidão, quando na verdade estamos sendo negligentes. A negligência é um vício, e dos piores: ela nos domina, impede-nos de fazer as coisas que precisam ser feitas, torna nossas vidas confusas, inoperantes e sem sentido. É um obstáculo ao nosso crescimento espiritual, uma vez que...

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