Como proteger-se de energias

Como proteger-se de energias

COMO PROTERGE-SE DE ENERGIAS

 

Provavelmente você já deve ter sido vítima de ataques energéticos advindos de pessoas e/ou energias de ambientes, os quais não se sentiu bem ao frequentar. Saiba que não é incomum enfrentarmos este tipo de situação, porém, torna-se importante entendermos as causas e, por conseguinte, proteger-nos de tais energias invasivas. 

 

PADRÕES ENERGÉTICOS 

Sem prévios julgamentos, faz-se necessário entender que cada ser, seja orgânico ou inorgânico, detém um padrão próprio de energia que guarda uma frequência e qualidade próprias, ou seja, existe uma enorme gama de tipos energéticos. Desta forma, uma pedra, uma planta, um animal ou uma pessoa, dependendo da sua constituição física e etérica e levando-se em consideração todas as variáveis possíveis como tamanho, forma, nível de consciência, constituição química e etérica, entre outros, define um determinado padrão energético. 

 

Ocorre que, de acordo com as diferenças apresentadas por estes padrões energéticos, muitas vezes estes podem apresentar incompatibilidades entre si, levando a uma rejeição de um para com o outro. Por este motivo, é muito comum haver uma rejeição mútua, e não unilateralmente, ou seja, se você repele um determinado ambiente ou pessoa, tenha certeza de que também foi alvo da mesma incompatibilidade por parte do outro ou do local por você visitado. 

 

Em verdade, isto ocorre por um motivo muito simples. Nem tudo na Natureza foi criado para conviver ou partilhar de um mesmo espaço físico, exigindo para sua proteção e equilíbrio um tanto de distanciamento. Veja o exemplo de um animal em decomposição, o qual ao mesmo tempo que atrai determinadas formas de vida repele outras. Tal mecanismo pode ser facilmente entendido quando analisamos que mesmo o homem em geral, quanto à sua estrutura orgânica, é repelido por determinados ambientes e atraído por outros. São exemplos as profundezas dos oceanos ou locais muito frios ou quentes, o que não deixa de serem formas de energia incompatíveis com as estruturas das quais somos compostos e habituados. Assim sendo, este raciocínio pode ser estendido aos mais diversos âmbitos da vida. Este conhecimento em geral levou à máxima popular “Dois bicudos não se beijam 

 

Aparentemente, as considerações acima se antagonizam com outro conhecimento popular de que os opostos se atraem. Entretanto, para melhor compreensão, afirmo que não são os opostos que se atraem e, sim, os complementares que se atraem, já que distorcemos o conceito do que seja oposto e do que seja complementar. Enquanto os opostos são tudo o que se contrapõe por estarem em direções ou ideais divergentes, os complementares encaixam-se exatamente por guardarem em si suas diferenças, porém convergem quanto à direção e à natureza. 

 

VAMPIROS ENERGÉTICOS 

Todavia, quando somos compelidos a conviver com pessoas cujo padrão energético não é compatível com o nosso, ou mesmo quando obrigatoriamente frequentamos determinados lugares onde sentimos que a egrégora local não nos reconhece, é comum sofrermos as consequências desta incompatibilidade, cujos sintomas mais comuns são a perda de energia que se manifestará por um cansaço, sono, bocejos, mal-estar, podendo em casos mais extremos ocasionar vertigens e desmaios. Desta compreensão nasce a figura dos vampiros energéticos, que podem ser pessoas, grupos de pessoas ou egrégoras afins com energias negativas. 

 

FORMAS DE PROTEÇÃO 

Um discípulo de artes marciais quando apresentado a um golpe mortal, admirado pela potência e eficácia do movimento, pergunta ao mestre qual seria a melhor forma de se defender deste golpe, caso numa contenda ele fosse aplicado pelo oponente. O mestre responde-lhe que a melhor forma de evitar aquele golpe é não estar no lugar quando ele for aplicado. 

 

Da mesma forma, a melhor forma de evitar vampiros energéticos é não frequentar lugares ou partilhar companhias inadequadas. No entanto, sabe-se que nem sempre isto é possível e, para tanto, há sim algumas formas de proteção das quais podemos lançar mão, sejam elas, amuletos, símbolos, posturas corporais, como manter pernas e punhos fechados, braços cruzados, língua no céu da boca, e outros. Porém, um em especial deve ser sempre objeto de atenção – o “respeito”. 

 

O RESPEITO 

O respeito é uma postura de consciência que traduz a nossa aceitação de todas as coisas e suas respectivas energias quanto às suas mais diversas naturezas e finalidades. Esta postura traz em si uma magia natural que por si só nos protege na grande maioria das situações, em especial de ambientes e pessoas cujas energias não sejam condizentes com a nossa ou diferentes e que possam oferecer-nos algum risco. 

 

Ocorre que, quando menosprezamos, criticamos e desrespeitamos uma pessoa, uma entidade, um ritual ou um ambiente, na verdade não somente abrimos a nossa guarda como acabamos por ser vítimas de nosso próprio preconceito e agressividade que exalamos no ambiente, já que o mal sempre nos atinge por encontrar ressonância no mal que há em nós. 

 

Isto sendo verdade, faz-se imperativo desenvolvermos o respeito por tudo e por todos, desta forma nos blindamos de energias não compatíveis conosco. Aprenda a respeitar tudo o que seja diferente e desconhecido, aceite as diferenças e desfaça-se dos julgamentos e críticas, seja respeitoso, cordial e sincero, aprenda a pedir licença ao entrar e agradecer ao sair. Desta forma evitará situações desnecessariamente desagradáveis tanto para si quanto para os outros. 

 

Aprenda a respeitar…