Posts by pedro

Como solucionar nossos problemas 1

Como solucionar nossos problemas

 Versão do artigo em áudio para ouvir no celular, no carro, passar para o pen-drive, etc. Clique aqui com o botão direito do mouse e escolha “Salvar destino como…”. http://academiadefilosofia.org/wp-content/uploads/2016/07/Academia-Como-solucionar-nossos-problemas.mp3   Todos nós, se questionados sobre nossos problemas, imediatamente apresentaremos uma relação deles e nos parece que toda a nossa vida gira em torno destes problemas. Vivemos reclamando e  expondo-os em toda a oportunidade que temos, porém, sequer sobra-nos algum tempo para nos questionarmos o que sejam de fato estes “problemas”. Também, por desconhecermos suas verdadeiras causas eles  multiplicam-se e, não raras vezes,  tomam-nos de assalto.   – O que é um problema? Sob os olhos da filosofia aquilo ao qual chamamos de problema não existe da forma com que o vemos, pois é mera criação da nossa mente concreta quando nos relacionamos no mundo físico, ou seja, um problema nada mais é do que a projeção externa de uma desarmonia interna, na maioria das vezes de difícil detecção. A colocação acima explica porque as pessoas, de forma geral, têm problemas manifestadamente diferentes na forma e na sua profundidade. Porém, isto se explica pelo fato de sermos todos diferentes uns dos outros, portanto, naturalmente alimentaremos uma relação particular com o mundo que nos cerca.   – Como  nos relacionarmos...

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Quem são nossos inimigos? 0

Quem são nossos inimigos?

QUEM SÃO NOSSOS INIMIGOS?                     Como é de praxe, quase a totalidade das pessoas procura a causa dos seus conflitos fora de si mesma, como se houvesse um inimigo fora. Esta visão   acaba sendo confortável e por que não dizer conveniente, já que havendo um inimigo fora podemos travar uma batalha contra alguém conhecido e, principalmente, acabamos por firmar a nossa autoimagem, a qual concluímos que não somente está correta, mas como de fato os outros estão contra nós. Portanto, somos vítimas, e assim nada precisa ser mudado em nós mesmos. Todavia, deixamos de perceber que estas posturas diante da vida não passam de ilusões que habitam o nosso inconsciente e que nos mantêm cegos quanto ao nosso verdadeiro inimigo. Se é que ele existe! É de difícil entendimento e aceitação que inexiste um inimigo externo e que esta figura do inimigo, muito embora nos pareça por demais real, tanto é que atribuímos a ele nome e endereço, na verdade, não passa de um subterfúgio para que mais uma vez fujamos da verdadeira responsabilidade sobre a nossa própria vida que é o cumprimento da Lei da Evolução. Resumindo, a questão é nossa para conosco mesmo. Perceba, caro leitor, que a quem chamamos de inimigo é na verdade a...

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Consolar – Significado perdido 0

Consolar – Significado perdido

CONSOLAR – SIGNIFICADO PERDIDO   “ Senhor fazei com que eu procure mais, consolar que ser consolado …”   A frase acima, extraída da oração de São Francisco, é uma das mais profundas e significativas orações de cunho cristão que resume em poucas palavras toda a essência do ensinamento Franciscano. Francisco de Assis procurou resgatar a filosofia de uma vida simples e objetiva numa época em que a Igreja notoriamente se afastou de sua verdadeira missão de religar o homem a Deus, pois se perdeu em meio às suas crenças limitantes, dogmas e o peso do ego dos seus dirigentes. Até os dias de hoje esta oração é um referencial de conduta espiritualista, independentemente da religião de cada um daqueles que venham a ter contato com estas sábias combinações de palavras. No entanto, percebem-se duas grandes questões que merecem atenção. A primeira delas é a resistência que demonstramos em viver estes ensinamentos, pois certamente exigiriam uma mudança profunda na nossa forma de pensar e agir. Isto porque, resumidamente, viver tão sábias palavras significa uma alquimia profunda na alma, tendo em consideração a mediana forma de conduta da humanidade, que em sua maioria utiliza praticamente a plenitude do seu tempo dedicando-o a ações egoístas e na busca do prazer pessoal....

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Julgamento 1

Julgamento

JULGAMENTO   Toda opinião ou juízo que desenvolvemos no presente está intimamente ligado a fatos antecedentes. Quase sempre, todos estamos vinculados a fatores de situações pretéritas, que incluem atitudes de defesa, negações ou mesmo inúmeras distorções de certos aspectos importantes da vida. Tendências ou pensamentos julgadores estão sedimentados em nossa memória profunda, são subprodutos de uma série de conhecimentos adquiridos na idade infantil. Censuras, observações, superstições, preconceitos, opiniões, informações e influências do meio, inclusive de instituições diversas, formaram em nós um tipo de reservatório moral (coleção de regras e preceitos rigorosamente seguidos) do qual nos servimos para concluir e catalogar as atitudes como boas ou más. Nossa concepção ético-moral está baseada na noção adquirida em nossas experiências domésticas, sociais, e religiosas, das quais nos servimos para emitir opiniões ou pontos de vista. Em razão disso, os frequentes julgamentos que fazemos em relação às outras pessoas informam-nos sobre tudo aquilo que temos por dentro. A “forma” e o “material” que usamos para julgar os outros residem dentro de nós. Melhor que medir ou apontar o comportamento de alguém, seria tomarmos a decisão de visualizar onde tudo isso está dentro de nós mesmos. Ou seja, nosso julgamento é nosso reflexo no espelho, o que condenamos nos outros é exatamente o que...

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Atenção 0

Atenção

ATENÇÃO   Atenção é um estado de concentração de atividade consciente sobre um determinado conjunto de objetos. É um direcionamento da consciência intencional para um grupo de fatores psicológicos que passam a tomar a nossa atenção. Podemos definir atenção também como uma tensão do ser vivo, com o objetivo de levar a função que exerce ao seu mais alto grau de eficiência.   1)         CONSCIÊNCIA E ATENÇÃO Não há como separar a atenção da consciência, pois enquanto a consciência é o campo geral de atuação dos nossos processos psíquicos, a atenção é a concentração desse campo. A consciência é a possessão de si mesmo enquanto a atenção é a ferramenta para se conhecer e consequentemente se possuir. A atenção, assim como os demais instrumentos do homem, obedece a determinadas leis cujo funcionamento o homem ainda não consegue dominar e compreender de fatoe muito menos dominá-lo; se isto fizesse, poderia manter a atenção constante.   2)         FATORES QUE AUXILIAM A ATENÇÃO Há fatores que, aplicados como técnicas, podem favorecer em muito o despertar da atenção, como:   Fisiológicos – são os aspectos respiratórios, circulatórios, etc.; Psicológicos – capacidade de concentração numa única idéia, capacidade de inibir as idéias que não são esperadas, capacidade de isolamento de um objeto.   3)        ...

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